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Junho 2022

A PRODOIL SA mudou a sua imagem 20 anos depois da sua criação

A PRODOIL SA mudou a sua imagem 20 anos depois da sua criação. A nova marca representa o dinamismo, força, sentido de missão e o vértice aponta para a nossa visão de futuro. Esta nova marca pretende traduzir compromisso com as linhas estruturantes do novo Plano Estratégico, de continuar os investimentos na economia nacional e com forte compromisso com o conteúdo local presente no Decreto Presidencial n. 271/20.

É uma nova marca que reflecte a vontade dos accionistas de ir mais além e que se traduzem naquilo que será a nova aposta de actuação da Prodoil SA no sector energético.

PRODOIL, Energy in motion!

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Exploração dos blocos petrolíferos do Baixo Congo e Kwanza.

Nove grupos empreiteiros, três estrangeiros e seis angolanos, vão operar os blocos petrolíferos das bacias terrestres do Baixo Congo e do Kwanza, anunciou hoje a concessionária angolana, Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG).

Dos Estados Unidos são provenientes a Itanka Group, parceira no bloco Congo 1, e a Brite`s, parceira nos blocos Kwanza 9, Kwanza 17 e Kwanza 20, indica a ANPG num comunicado.

A canadiana MTI Energy será operadora nos blocos Congo 5, Kwanza 5, Kwanza 17 e Kwanza 20 e é parceira no bloco Kwanza 6.

Das empresas angolanas, 12 no total, cinco são igualmente operadoras.

A Somoil será a operadora do bloco Congo 1, a Mineral One do bloco Congo 6, a Simples Oil do bloco Kwanza 6, a Alfort Petroleum do bloco Kwanza 8 e a AIS Angola do bloco Kwanza 9. A Somoil e a Mineral One são também parceiras noutros blocos.

Compõem também os grupos empreiteiros dos blocos agora adjudicados as empresas angolanas Monka Oil, Omega, Prodoil, Prodiam, Upitec, Servicab e a Sonangol Pesquisa & Produção.

A ANPG vai agora iniciar um processo de negociação com cada um dos candidatos vencedores, para dar seguimento aos trâmites legais e passar depois à prospeção e exploração de cada um dos blocos.

A Administração da ANPG realça, no comunicado, que os resultados são particularmente relevantes, porque "foi possível atrair empresas estrangeiras que habitualmente não estão presentes no país e que são novos `players` no setor petrolífero, e -- ao mesmo tempo -- incluir empresas angolanas por forma a dinamizar-se o potencial nacional do setor, quer em termos empresariais quer de força de trabalho".

Angola no Congresso Mundial de Petróleos em Houston

Angola participa desde segunda-feira, em Houston, nos Estados Unidos da América na 23.ª edição do Congresso Mundial de Petróleos (da sigla em ingês WPC), considerada a maior cimeira mundial sobre o sector de “Oil & Gas”, noticiou o Jornal de Angola.

No certame, Angola está representada com uma delegação chefiada pelo secretário de Estado do Petróleo e Gás, José Barroso, onde integram, também, gestores e especialistas da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), liderados pelo presidente do Conselho de Administração (PCA) em exercício, Belarmino Chitangueleca, para além da equipa da Sonangol, encabeçada pelo PCA, Sebastião Gaspar Martins.

Para o secretário de Estado do Petróleo e Gás, a delegação que chefia traz uma mensagem concreta sobre o que Angola tem para o sector petrolífero e do gás.

"Angola vem discutir com as outras delegações o actual momento da indústria petrolífera, mostrar a pujança da indústria petrolífera em Angola e as oportunidades que o País tem para todos aqueles que queiram investir neste sector”, sublinhou.

Para além da participação em painéis ministeriais e debates, o stand de Angola ocupa 300 metros quadrados, onde se expõem as potencialidades do sector.

A Cerimónia de abertura da cimeira contou com intervenções do presidente do Comité Organizador, Jeff Shellebarger, do presidente do Comitê Nacional dos EUA, Galen Cobb, e do presidente do Conselho Mundial do Petróleo, Tor Fjaeran.

Nesta edição, o WPC reúne líderes da indústria e de governos de todo o mundo para abordar os avanços tecnológicos em operações upstream, midstream e downstream, o papel do gás natural e das energias renováveis, gestão da indústria e de sua natureza social, económica, bem como o impacto ambiental.

O Congresso que volta a ser realizado nos Estados Unidos, mais de 30 anos depois, transforma Houston, Texas, no epicentro do debate global sobre energia de 5 a 9 de Dezembro.

Angola eleita para presidência da Organização dos Produtores Africanos de Petróleo

Angola foi eleita por unanimidade para a presidência da Organização dos Produtores Africanos de Petróleo (APPO, na sigla em inglês) na 41.ª sessão ministerial em Argel, realizada por videoconferência, foi anunciado pela entidade.

Com a eleição de Angola, a presidência da APPO, será exercida em 2022 pelo ministro dos Recursos Petrolíferos, Diamantino Pedro Azevedo, indica um comunicado da organização.

No comunicado saído da reunião, os 14 países-membros da APPO decidiram também que a próxima sessão decorrerá em Angola no último trimestre de 2022, em data a indicar pelas autoridades angolanas.

No encontro realizado terça-feira na capital argelina, o conselho de ministros da APPO decidiu “prosseguir a exploração dos enormes recursos de petróleo e gás (...) para a emancipação económica dos seus povos, além da exploração do uso de energias renováveis”.

O comunicado destaca que no topo da agenda das discussões ministeriais esteve o “futuro da indústria de petróleo e gás em África à luz da busca global pela transição de energia”.

“A abordagem actual para a transição energética é uma imposição unilateral, em que os países desenvolvidos, que há mais de cem anos usam combustíveis fósseis para o crescimento das suas economias e sociedades e sempre estiveram cientes dos perigos das emissões, dizem agora ao mundo que os combustíveis fósseis são perigosos para a humanidade e que todos deveriam abandoná-los”, lê-se no comunicado.

O documento destaca que os ministros “notaram que este impulso agressivo para a transição de energia chega num momento em que as economias africanas estão prestes a se lançar na industrialização, o que requer muita energia, enquanto as economias dos países desenvolvidos agora requerem menos energia devido à sua transformação da manufactura para a produção de conhecimento e inteligência artificial”.

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